NAO VERAS PAIS NENHUM
NAO VERAS PAIS NENHUM
Durante muitas décadas a poesia A Pátria, de Olavo Bilac, foi lida, decorada e recitada pelas crianças brasileiras. Os versos iniciais diziam: "Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!/ Criança! Não verás nenhum país como este!" Não deixa de ser uma ironia cruel encontrar o verso bilaqueano adotado como título (e com seu significado virado pelo avesso) de um dos romances mais devastadores e pessimistas da literatura brasileira, o oposto do róseo otimismo do poeta das estrelas, Não Verás País Nenhum, de Ignácio de Loyola Brandão.
Enquanto gerações de crianças brasileiras recitavam o poema de Bilac, o país (aliás, em sintonia com o mundo) ia acelerando, lentamente, o seu processo de autodestruição, com a devastação das florestas, o acúmulo de lixo, a degradação do meio ambiente, a que se juntou, nos últimos tempos, à destruição da camada de ozônio do planeta, projetando perspectivas sombrias para a humanidade.
| Editora | GLOBAL |
| ISBN | 8526012975 |
| Autor(es) | BRANDAO, IGNACIO DE LOYOLA |
| Edição | 27º Edição |
| Páginas | 384 páginas |
| Acabamento | BROCHURA |
| Coleção | Não Disponível |
| Dimensões | 23 x 16 x 2 (Altura x Largura x Comprimento) |
| Peso | 450g |




