ELOGIO DA LOUCURA
ELOGIO DA LOUCURA
Com a voz, a Loucura
Neste libelo do teólogo Erasmo de Rotterdam (1469?1536), quem fala é a Loucura. Sempre vista apenas como uma doença
ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é personificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém
mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a
insanidade não os impulsionasse na direção do casamento?
Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital
irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente
imperfeitos e defeituosos? Nas entrelinhas de Elogio da Loucura, o humanista Erasmo critica todos os racionalistas e
escolásticos ortodoxos que punham o homem ao serviço da razão (e não o contrário) e estende um véu de compaixão por
sobre a natureza humana. Pois a Loucura está por toda parte, e todos se identificarão com algum dos tipos de loucos
contemplados pelo autor. Afinal, como ele próprio diz: "Está escrito no primeiro capítulo do Eclesiastes: ‘O número dos loucos
é infinito’. Ora, esse número infinito compreende todos os homens, com exceção de uns poucos, e duvido que alguma vez se
tenha visto esses poucos".
| Editora | L&PM |
| ISBN | 8525429902 |
| Autor(es) | ERASMO |
| Edição | 1º Edição |
| Páginas | 136 páginas |
| Ano de Publicação | 2013 |
| Acabamento | BROCHURA |
| Dimensões | 21 x 14 (Altura x Largura) |
| Peso | 205g |




