SINOS, OS
SINOS, OS
No poema Os sinos, Manuel Bandeira revela sua capacidade de trabalhar a sonoridade e o ritmo das palavras e transformar o significado das coisas mais simples do cotidiano em lirismo de alta qualidade literaria. Sino de Belem,/ Sino da Paixao/ Sino de Belem,/ Sino da Paixao / Sino da Paixao, pelos que la vao!/ Sino da Paixao bate bao bao bao. / Sino de Belem, como soa bem!/ Sino de Belem bate bem bem bem. Observa-se na construcao do poema que a repeticao de palavras sino, Paixao, Belem, bem, bem, bem, bao, bao, bao evoca os sons das badaladas, o balancar dos sinos como uma musica nostalgica e magica. O poema, embora com seus multiplos significados, e acessivel ao publico infantil pela forma criativa com que o autor apropria-se dos signos linguisticos.
| Editora | GLOBAL |
| ISBN | 8526016849 |
| Autor(es) | BANDEIRA, MANUEL |
| Edição | 2º Edição |
| Páginas | 24 páginas |
| Ano de Publicação | 2012 |
| Dimensões | 25.5 x 25.5 x 0.1 (Altura x Largura x Comprimento) |
| Peso | 140g |




